quinta-feira, 5 de abril de 2012

BTT no Dia das Mentiras

1 de Abril é dia das mentiras. Também foi o dia da auto-denominada 1ª Maratona de Sintra. Parece que já houve várias primeiras maratonas de Sintra. Como ninguém deve ter registado a patente, qualquer um pode dizer que vai organizar a primeira... Mas isso são outras guerras e não são nossas. Talvez um dia organizemos a 1ª Maratona da Bola de Berlim e aí dificilmente alguém se apropriará do nome. A não ser uma qualquer pastelaria...
Em dia de Maratona e de alguma chuva optámos por uma volta pela serra de Sintra, não com o objectivo de atrapalhar o evento, mas sim para evitar a lama da zona das praias.
Assim, eu mais o Zé Lucas, o Afonso Lucas, o Jean Pierre, o Ruben (Fangio das Ribanceiras), o Zé Carlos, o José Santos e mais três elementos da equipa de lazer do SUS Sintrense, Júlio, Oliveira e Rita subimos a São Pedro de Sintra para ver como paravam as modas. Chegámos a tempo de ver a primeira passagem dos betetistas da maratona pela zona da meta e de assistir às primeiras quedas no empedrado molhado. Parece que nas calçadas de São Pedro as quedas foram mais que muitas...

Após esta primeira visita à Maratona, descemos à Vila e voltámos a subir a serra pelo lado de Monserrate, para já lá em cima fazermos, sem atrapalhar, parte do percurso da maratona pelos single-tracks que usamos habitualmente.
Depois de umas voltas pelos locais habituais, com umas fotos pelo meio, lá fomos ao abastecimento no local do costume, o parque de estacionamento dos Capuchos, para mais uma foto em grupo.
À saída do parque, e já no cruzamento, novo encontro com a Maratona de Sintra na zona de abastecimento dos atletas. Como nos ofereceram fruta, não dissemos que não e alguns de nós lá ingeriram mais umas vitaminas.
Mais uns singles paralelos à estrada feitos em companhia dos (e das) participantes no evento, sem atrapalhar e sempre a incentivar, especialmente o Santos, e descida de parte da rampa da Pena para entrar no caminho entre muros até Seteais local onde se tirou mais um "boneco" para a posteridade.

Em Sintra, mais uns saltos pelas escadas que ligam a Periquita 2 à igreja, executados pelos mais destemidos. Escusado será dizer que eu e o Fangio das Ribanceiras descemos a pé...
Com tantas paragens pelo meio e com as condicionantes da Maratona acabámos a volta na Repsol da Caaleira, com pouco menos de 30 Kms, o que não é habitual. Em contrapartida foi uma manhã bem passada com bastante convívio, que é o essencial nestas coisas das bicicletas...

terça-feira, 27 de março de 2012

Março, Marçagão, Muito Sol e Chuva Não

Para relatar os nossos passeios de Março vou inverter a cronologia e começar pelo fim. E começo pelo fim porque foi no último fim de semana deste mês que três elementos da Bola de Berlim - BTT resolveram aceitar o convite dos BTTretas para um passeio de cerca de 70 Kms na região ribatejana. Objectivo: Descer o Rio Alviela desde a nascente até à foz, no rio Tejo perto de Santarém. Assim, eu, o Jean Pierre Gonçalves e o José Lucas aceitámos o desafio e no sábado, dia 24, pelas seis da manhã, lá nos juntámos aos restantes pedaladores para iniciarmos a viagem de autocarro até Santarém, ponto de partida e chegada do passeio.
Como companhia, e num grupo de 33 amigos, tivemos elementos de grupos de BTT da região de Sintra que frequentemente se juntam aos Domingos para percorrer os trilhos da nossa região. Estiveram presentes representantes do "Bicicletando Por Todos os Trilhos" (muitos), do "BTT Clube de Lourel" (também muitos), dos "BTTretas" (alguns), da "Bola de Berlim - BTT" (nós três), dos "Porquinhos da Ilda" (um) e pelo caminho ainda parámos em Alverca para recolher três elementos dos "Montibikers" que se juntaram à festa.

Foi um dia bem passado com 72 Kms, percorridos a bom ritmo mas sem puxar demais pelo "cabedal", e sem incidentes de maior, apenas duas quedas sem grande importância, uma minha, já parado, e outra do Sr. Antunes, de 69 anos, que por andar sempre em mudanças "pesadas" partiu a corrente numa subida tendo um encontro imediato com o solo ribatejano. Três ou quatro subidas mais difíceis e umas descidas rápidas com algum calhau à mistura fizeram parte do percurso que utilizou algumas partes dos denominados "Caminhos de Fátima". Almoço no restaurante existente nas nascentes do Alviela do qual já se sabia, por antecipação, não ter capacidade para servir tantas refeições em pouco tempo pelo que muitos levaram o almoço de casa. Engraçado o ar de pânico do empregado do bar ao ver trinta e tal pessoas entrar e começar a pedir tudo e mais alguma coisa. Não foi fácil...

Deixamos aqui o nosso agradecimento aos BTTretas, em especial ao Pedro Pais e ao Bispo, pelo convite e pelo trabalho que tiveram na organização do passeio do qual foram necessários fazer dois reconhecimentos prévios para que no dia marcado nada falhasse. Obrigado e façam mais que a malta agradece.
Em adenda aqui fica o link para o filme do passeio no You Tube, da autoria dos Montibikers:


O restante mês de Março foi passado no local do costume, Serra de Sintra, a fazer o que é costume, andar de bicla...
As voltas habituais pelos trilhos habituais embora com uma escapadela minha e do José Lucas, na companhia do Carlos, ao "Trilho das Pontes" que é um dos trilhos míticos da nossa serra e que foi há pouco tempo recuperado em homenagem ao seu "inventor", um apaixonado biker de nome Dimas, infelizmente já falecido. O trilho é espectacular mas não é o mais indicado para "medrosos" como eu. Fui ao chão mas não fui o único... Por falar em "medrosos", e sem ofensa, o nosso amigo Ruben está na fase de "superação do medo" e já faz umas descidas um pouco mais aceleradas...
Parece que a "Bola de Berlim- BTT" começa a ganhar alguma fama pois até já aparecem interessados em filiar-se no grupo. Os candidatos são o Ruben e o Ricardo. Estamos a pensar no assunto mas não parece haver nada que contrarie essas candidaturas. Talvez se pagarem um jantarinho a coisa se resolva mais depressa...

Entretanto continuam as "voltas-morcego", ou seja, os nocturnos. A grande maioria com destino à Serra de Sintra, quase sempre na companhia de elementos do BTT Lourel, e umas escapadelas a Lisboa para beber umas "bejecas" e comer umas bifanas no Rossio. Parece que um dia até se esqueceram que havia greve dos comboios e além de terem ido até à capital, ainda foram obrigados a regressar a dar ao pedal... Azares...
Que Abril não seja "águas mil" são os meus votos. É mau para a "ingricola" mas dá jeito para o pessoal do pedal não andar a "chafurdar" na lama. Faz mal às "cecletes"...

Fotos: José Lucas, Nuno Borralho, Pedro Pais.

sexta-feira, 2 de março de 2012

Fevereiro 2012

Fevereiro, esse pequeno mês de grandes pedaladas...
Mesmo com as duas primeiras semanas extremamente frias a actividade ciclista não parou aqui por estas bandas. Houve sempre quem se fizesse ao caminho mesmo com temperaturas a rondar os 0ºc . Não foi o meu caso que nos primeiros 15 dias só por uma vez pedalei a meio da semana em mais uma "esfrega" de 60Kms com o amigo Tiago Duarte.
O restante pessoal, em companhia de amigos BTTretas e BTT Lourel, pedalou tanto de dia como de noite como se pode ver nas 3 últimas imagens deste artigo. O passeio ao Monte Funchal, em que participaram o Jean Pierre e o José Santos, organizado pela Sintra Bike, parece ter sido de grande dificuldade devido ao frio e vento que se fazia sentir.

A 19 o tempo melhorou e para assinalar o meu regresso aos treinos nada melhor que mais um "esfreganço" de 56 Kms até às praias mais a norte do nosso concelho, com passagem pela zona da Samarra, Praia da Vigia e São Julião. Com enganos a meio do percurso que nos fizeram ir desnecessariamente ao Magoito, a sempre emocionante descida da estrada Romana e a bela subida (a penantes) após a travessia do rio Falcão, foi um bom teste ao físico dos participantes. O regresso não foi dos mais fáceis mas lá chegámos todos inteiros a casa, como aliás é costume.

No dia 26, uma voltinha pela Serra de Sintra na companhia de um tio do Alexandre que veio conhecer os trilhos da nossa serra. Não sei ao certo a idade mas não andaria muito longe dos 60, o que prova que para a prática do BTT a idade não é problema. Basta haver vontade.

Como já vem sendo habitual, apanhámos o Fernando Silva (Lagarginga) a meio do percurso, e percorremos de novo os caminhos habituais da nossa serra mas desta vez com uma subida à Pedra Amarela, ou Penedo dos Ovos, para apreciar a paisagem. Na descida, encontro com o nosso amigo Luís que subia em sentido oposto, e que não parecia em grande estado físico o que não é normal nele. Pelo que percebemos ia num grupo de pessoal que tentou dar uma "coça" a um convidado da Holanda, sem saberem que ele era o "Holandês Voador", e acabaram por ser eles a não ter andamento para o homem. Esqueceram-se de que na Holanda a bicicleta faz parte da vida diária...


Fotos de José Santos, Fernando Silva e minhas.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Sol de Inverno

A segunda quinzena de Janeiro prosseguiu com as habituais passeatas pela Serra de Sintra. A 22 levámos de novo o Afonso Lucas a percorrer os 35Kms da ordem pelos trilhos da nossa serra, na companhia do Rúben e de dois BTTretas (Sebastião e Nuno). Uma volta a um ritmo mais baixo mas agradável como de costume.
Dia 29 foi dia de maiores dificuldades, pelo menos para mim. Há muito tempo que não sentia o cansaço muscular que senti nesse dia. Deve ter sido do frio...
Na verdade a coisa não foi fácil. O Alexandre resolveu fazer o desvio para a serra no "Largo do Rato", nome que nunca ouvi falar (só em Lisboa), que fica logo a seguir ao Arco da Mentira, após Seteais. Cá para mim inventou o nome mas não faz mal. O tal desvio é uma subida interminável em alcatrão que liga a estrada de Monserrate à dos Capuchos e que termina no portão de acesso ao "single" que já foi maravilha e agora ficou sem vegetação. Continua a ser bom, mas já não é a mesma coisa. O túnel de árvores era outra loiça...

Após esse "single" lá percorremos os habituais caminhos até ao famoso parque de estacionamento dos Capuchos onde, como é hábito, se tirou a primeira foto do dia já na companhia do Fernando, que tinha acordado tarde mas ainda a tempo de se juntar ao pessoal a meio da serra. Como estava tudo "fresquinho da silva" optámos por subir meio Monge, desviando à direita em direcção ao parque de merendas perto da Peninha. Apesar de por vezes lá serem vistos os vampiros da Lua Vermelha, desta vez estava tudo sossegado e lá nos fizemos à espectacular descida conhecida por "Fofinha", "Senhor dos Anéis", "Bosque Encantado", etc. Sugiro a alguém conhecedor, a elaboração de um guia com os nomes e localizações dos diversos trilhos da serra de Sintra visto que o mesmo local pode ter várias denominações consoante a vontade de cada um... Após os degraus e raízes desta descida ao estilo Soft Downhill , virámos para a face oeste da serra a caminho das paisagens do Cabo da Roca e Guincho.

Mais uma foto de grupo com vista para o mar e a grande "trepação" até à zona do convento da Peninha pela terrível subida do "calhau solto" para a qual, pelo menos a mim, já faltava um pouco de pernas. Acabou por ser "um bocadinho a pé, um bocadinho andando" mas lá se atingiu o topo. Na foto acima vemos o Fernando a terminar este obstáculo em bom estilo, mas, como foi o último a subir, ninguém sabe se o cumpriu todo em cima da "burra"... Não se deve ter saído mal pois a seguir ainda queria ir mostrar o "Dragão" aos nossos convidados de Lisboa, um deles o meu primo Carlos, mas rapidamente o fizemos "meter a viola no saco". Um dia havemos de ir ao "Dragão", não o do Porto, mas sim o da serra de Sintra. Para além do "Dragão", uma outra subida famosa espera por nós, neste caso os "Gigarós", ali para os lados de Colares.
Por fim deu-se o regresso aos Capuchos e o regresso a Sintra pelos trilhos paralelos à estrada e, desta vez, apenas com alguns a optarem pela descida do "muro" até Seteais. Parece que ainda houve quem fosse comer travesseiros à Periquita mas não vi, pois já nos tínhamos separado em dois grupos.
Para terminar o mês, na noite fria de 31 de Janeiro, mais um nocturno pela serra, com a presença do "Bola de Berlim" José Santos, que há bastante tempo anda desaparecido dos domingos de pedalação.
Domingo, se o termómetro não descer abaixo dos 0ºc, há mais.


terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Novo ano, velhos hábitos... Felizmente!


Dezembro é normalmente o mês menos propicio à actividade física, especialmente na sua última quinzena. É o Natal. É o Réveillon. São os bolos e as rabanadas, as bebidas e a lareira. O consumo de calorias aumenta assustadoramente trazendo um novo perfil às barrigas daqueles que são atacados pela preguicite mais aguda.
Mas há sempre quem não se deixe ir nesta conversa e trate de dar ao pedal seja de noite ou seja de dia, seja Natal ou seja fim de ano. No dia 30 de Dezembro, à noitinha, um grupo de 31 "malucos do pedal" fez-se à serra de Sintra para o último nocturno de 2011 percorrendo, ao que consta, 27Km, com passagem pelas roullotes do Ramalhão e terminando na sede social da entidade organizadora, os BTTretas, para mais um pouco de conversa e uma ou duas bejecas para repor os líquidos no organismo.

Como o objectivo é não deixar o pessoal descansar de barriga cheia e, acima de tudo, conviver praticando desporto, no dia 1 de Janeiro pelas 08:00h da madrugada, como já vem sendo tradição, lá se juntaram mais 29 "atletas" para o primeiro passeio do ano de 2012 dos (quem havia de ser?) BTTretas. Um passeio de baixo nível de dificuldade e com um valente abastecimento no parque de merendas do Carrascal com comida e bebida à descrição. Uma forma diferente de começar um novo ano...


Após esta fase "difícil" dos festejos natalícios e de fim de ano voltaram os passeios domingueiros do costume pela serra de Sintra.
A 8 de Janeiro, numa organização meio desorganizada da secção de Ciclismo do SU Sintrense participámos no passeio denominado "Bike dos Reis", que consistiu num treino mais duro do que o esperado, na companhia de alguns "prós" do BTT da nossa região. Os menos "prós", como nós, ficaram-se pela zona dos Capuchos, após a subida de grande parte da rampa de Stª Eufémia, passagem pela Lagoa Azul e subida da barragem do Rio da Mula para o cruzamento dos Capuchos. O regresso foi feito na companhia do pessoal do BTT Clube de Lourel e do Fernando dos BTTretas, ao nosso ritmo habitual.
No Domingo, dia 15, a ideia inicial era uma visita ao Guincho com o BTT Clube de Lourel, mas a chuva e o frio que se faziam sentir não permitiram mais do que umas voltas pelos trilhos da serra com o corpo encharcado e a lama a colar-se ás "burras". A ida ao Guincho fica para uma próxima oportunidade.
Para a semana há mais...

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Bola de Berlim - BTT deseja a todos os seus amigos um 
Santo e Feliz Natal



Agradecemos a colaboração das amigas acima, que, com a sua boa disposição, permitiram que este blog não fosse só fotos de gajos, bicicletas, mais gajos e mais bicicletas...
Devido às condições climatéricas a sessão fotográfica não pôde ser efectuada no parque de estacionamento dos Capuchos...


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Dezembro 2011

Dezembro assinala o inicio do Inverno, o Natal, a passagem de ano, a chuva, o frio, etc, etc...
No entanto o mês de Dezembro do ano da crise de 2011 fica assinalado por novas experiências de alguns elementos da Bola de Berlim -BTT, Após um inicio de mês com a volta do costume até à Serra de Sintra com a foto habitual no parque dos Capuchos, três elementos do gang da Bola de Berlim resolveram experimentar a travessia Tróia-Sagres num único dia juntando-se a uma (des)organização já com alguns anos originária dos fóruns na internet.

Assim o Zé Lucas, o Santos e o Jean Pierre da Bola de Berlim juntaram-se ao Fernando "Lagarginga" dos BTTretas e ao amigo Luís e lançaram-se bem cedo na manhã do dia 10 nesta aventura que não se revelaria fácil. Depois da viagem de ferry boat de Setúbal para Troia lá se fizeram ao asfalto à média fantástica de 25Km/h enquanto as pernas e a mente estavam frescas.

A coisa foi piorando com o passar das horas e por volta da hora do almoço a média já tinha descido para os 18Km/h o que fazia prever umas valentes horas para completar os cerca de 200Km do percurso. Pelo que consta as maiores dificuldades surgiram com o aparecimento da chuva e do vento que tornaram mais complicado o objectivo da viagem.

Após a rendição do Zé Lucas, à chegada à província do Algarve, restaram quatro malucos para completar o percurso que na serra algarvia aumentou significativamente de dificuldade. A chegada a Sagres foi difícil para todos (ao que parece a única excepção foi o Fernando que está mais calejado nestas coisas) mas concluída com sucesso embora conste que o Jean Pierre e o Santos quase não conseguiam andar e revelavam grandes dificuldades para se sentarem. Não sei se levaram o Halibut mas para a próxima já sabem que será um "acessório" essencial...
Após esta passeata, no dia 18, lá voltámos ao sitio do costume, para tirar a foto do costume, percorrer os trilhos do costume, fazer uma tatuagem de roda pedaleira e beber a ginginha, que por vezes já vai sendo costume, na chegada à vila de Sintra. Fica só a nota de que, mais uma vez, contámos com a participação do Afonso Lucas que, aos 1o anos, já começa a tratar a serra por tu. Já falta pouco para dar "um bigode" ao pai e não só...

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Os Dias do Monte da Lua


Após longa ausência eis-me de volta aos relatos das "aventuras" da Bola de Berlim BTT e respectivos amigos.
O facto mais saliente durante este interregno foi a criação, finalmente, do logótipo dos já famosos Bola de Berlim! Famosos na nossa rua, pelo menos... Tal obra de arte deve-se ao esforço criativo do Jean-Pierre Gonçalves que, depois de meses de maturação, se saiu com o belo exemplar acima, no qual é bem visível a bola de Berlim com creme, a bicicleta e o respectivo "rider" e uns montes que podem muito bem representar a Serra de Sintra, também conhecida por Monte da Lua.
E é precisamente aí que queria chegar...

Todos sabemos que a Serra de Sintra é um local magnifico para andar de bicicleta. Dispõe de várias alternativas, sejam elas "single tracks" para acelerar em túneis de vegetação, subidas de alguma dificuldade como o Monge ou a da Pedra Amarela, estradões largos para se ir na conversa e descidas com um misto de pedra solta e valas em que todo o cuidado é pouco. Também dá para fazer Trial e Downhill mas deixamos esta última actividade para quem tem menos amor ao seu corpinho...
Além disso tem paisagens espectaculares seja para Norte, para Sul, Este ou Oeste.

Sendo tudo isto verdade, acaba por ser destino obrigatório dos Betetistas de Sintra e arredores. Realço ainda o facto de ser dos poucos locais onde se pode pedalar em tempo de chuva sem trazer quilos de lama para casa... Só que...
Este último mês foi todo passado no Monte da Lua... Claro que a maior parte das vezes com luz do sol mas também se incluíram alguns nocturnos, uns com lua, outros nem por isso...
Ora tudo o que é demais também cansa. Teremos que procurar variar um pouco pois locais para a prática de BTT é o que não falta aqui na nossa zona. Deixo à consideração...

Não me resta assim muito que contar. Apenas realçar duas ou três coisas.
O primeiro destaque vai para a volta de 30 de Outubro com participação minha, do Rui Rodrigues, do Zé e do Afonso Lucas. Claro que o destaque vai todo para o Afonso (tem 10 anos) que completou 35Km desde o Algueirão, com subida da serra até aos Capuchos, voltas por "single tracks" com ida e volta, descida dos calhaus e volta a casa sem queixas físicas. Não foi nada mal...
Outro destaque vai para o amigo João, 17 anos, na foto a ter uma aula com o "grande trepador" Luís, apreciador de hambúrgueres pelo que se ouviu dizer, que nos acompanhou neste último domingo numa volta bastante exigente (Capuchos, Monge completo, Penedo) com grande dificuldade (custa mais transportar a bike à mão), mas que não desistiu. Com menos Mc Donalds e mais alguns treinos acaba por ir lá...

Por último fica o registo do Passeio "Bike da Castanha Solidária" organizado pela secção de ciclismo do SU Sintrense do nosso "sócio" José Santos, realizado a 13 de Dezembro com chuva, granizo e trovoada, febras e entremeadas grelhadas, e castanha assada no final. ão fui mas fica o registo feito através das duas últimas fotos.
Domingo lá estaremos às 8:30h na Repsol da Cavaleira com destino incerto mas tentando talvez deixar o Monte da Lua descansado pelo menos uma vez...
Apareçam!